Sabe aquela sensação de ligar para um suporte e ser jogado de um lado para o outro como uma bolinha de pingue-pongue? O cliente explica seu problema, a ligação cai, ele retorna, explica tudo de novo para outra pessoa e, no fim, ninguém resolve nada. Para o cliente, é frustrante. Para o gestor, é um ralo de dinheiro, pois o atendimento demonstra incapacidade em resolver os problemas apresentados pelo cliente, gerando insatisfação e fazendo com que ele não volte a comprar com a sua marca.
Se a sua operação sofre com transferências infinitas e clientes repetindo informações, o diagnóstico é claro: falta roteamento inteligente no contact center. Essa tecnologia não é apenas um “distribuidor de chamadas”, mas o cérebro que decide quem é o melhor resolvedor para cada caso, garantindo que a experiência do cliente não seja uma maratona de obstáculos. Na Vermont, entendemos que conectar a pessoa certa ao problema certo é o primeiro passo para o sucesso.
O sinal vermelho que ninguém pode ignorar

Se você observar o painel da sua operação agora, o que as métricas dizem? Filas acumuladas, tempo médio de atendimento (ou o famoso TMA) nas alturas e um índice de abandono que tira o sono de qualquer diretor. Esses são os sintomas clássicos de um roteamento ineficiente. Quando o sistema de distribuição é básico demais, ele apenas entrega a próxima chamada para o próximo operador disponível, sem critério.
O resultado? Um cliente com um problema técnico complexo cai com um novato que só faz triagem. A transferência se torna inevitável, o TMA sobe porque o tempo de dois profissionais foi consumido e a satisfação do cliente despenca. O roteamento inteligente no contact center surge para estancar essa sangria, usando dados e inteligência artificial para que a jornada seja fluida desde o primeiro segundo.
Por que o roteamento dita o ritmo dos custos e do CX
Muitas empresas focam apenas em contratar mais gente para diminuir a fila de atendimento. Mas, às vezes, o problema não é a quantidade de braços, e sim a inteligência da distribuição. O customer experience (ou cx) moderno exige agilidade. Ao implementar o roteamento inteligente no contact center, você atua diretamente na eficiência operacional.
Menos transferências significam menos tempo de linha ocupada. Menos tempo de linha significa custos menores com telefonia e infraestrutura. Além disso, quando o cliente percebe que foi atendido por alguém que realmente entende do assunto dele, a confiança na marca aumenta drasticamente. É a matemática perfeita: você reduz o esforço do cliente e, simultaneamente, otimiza o uso dos seus resolvedores.
Os modelos que transformam a operação
Não existe um tamanho único para o atendimento ao cliente. O roteamento inteligente no contact center pode ser configurado de várias formas, dependendo da maturidade da sua empresa e da complexidade da demanda.
Um dos pilares mais fortes é o skill based routing (roteamento baseado em habilidades). Imagine que um plano de saúde recebe uma ligação sobre autorização de cirurgia de alta complexidade. O sistema identifica o perfil do cliente e direciona para um resolvedor especialista em auditoria médica, e não para o suporte geral.
Outro modelo essencial é o roteamento por intenção, muitas vezes integrado a uma URA inteligente. Através do processamento de linguagem natural e machine learning, a URA entende o que o cliente diz ou digita e já o encaminha para a célula correta. Temos também o roteamento por prioridade ou cliente VIP, onde contratos de alto valor ou casos urgentes furam a fila automaticamente, garantindo que os SLAs mais críticos sejam sempre respeitados.
Onde o roteamento costuma falhar

Muitas vezes, a ferramenta existe, mas a estratégia está mal desenhada. Uma das principais causas de um roteamento inteligente no contact center ineficaz é a URA longa e confusa. Ninguém aguenta ouvir dez opções antes de conseguir falar com alguém. Outro erro comum é a falta de atualização das “skills” dos resolvedores no sistema. Se um profissional foi treinado para um novo produto, mas o roteamento não sabe disso, ele continuará recebendo apenas demandas antigas, subutilizando seu talento. A ausência de uma visão omnichannel também pesa: o cliente fala no chat, depois liga, e o sistema trata como se fossem duas pessoas diferentes, gerando duplicidade e confusão.
Métricas que não mentem: o que acompanhar
Para saber se o seu roteamento inteligente no contact center está funcionando, você precisa olhar para os números com lupa. O First Call Resolution (FCR) é o rei aqui. Se o roteamento é bom, o problema é resolvido no primeiro contato. Se o FCR está baixo, o roteamento provavelmente está mandando a chamada para a pessoa errada.
Outro ponto é o tempo médio de atendimento. O TMA não deve ser apenas “baixo”, ele deve ser justo para a resolução. Mas um roteamento bem feito tende a gerar uma redução de TMA estrutural, pois elimina o tempo perdido em triagens desnecessárias. Monitore também a taxa de transferência e o nível de abandono na fila de atendimento. Na Vermont, usamos essas métricas para ajustar constantemente a rota e garantir que a terceirização de contact center entregue não apenas economia, mas performance real.
Construindo a jornada: o passo a passo da implantação
Mudar o roteamento de uma operação em curso exige cautela, quase como trocar o pneu de um carro em movimento.
- Diagnóstico: Analise onde estão os gargalos. Onde as chamadas mais “travam”?
- Desenho: Mapeie as habilidades dos seus resolvedores e os perfis de clientes.
- Configuração da URA inteligente: Simplifique o menu e use a inteligência artificial para identificar intenções.
- Piloto: Teste o novo roteamento em uma célula menor antes de abrir para toda a operação.
- Ajuste e Governança: O mercado muda, seus produtos mudam e o roteamento deve acompanhar. Revisões mensais são fundamentais.
Tecnologia e pessoas: a combinação imbatível

Embora a tecnologia de machine learning e automação faça o trabalho pesado da triagem, o fator humano é o que consolida o atendimento personalizado. Um bom roteamento inteligente no contact center serve para empoderar o resolvedor. Quando ele recebe a chamada, já tem na tela o contexto de quem está ligando e qual é a dor. Isso permite que ele foque na solução e na empatia, e não em preencher formulários básicos.
Manter uma base de conhecimento atualizada e treinamentos constantes é o que garante que, uma vez que o roteamento entregue o cliente, o resolvedor saiba exatamente o que fazer. É um ecossistema onde a tecnologia limpa o caminho para que o talento humano brilhe.
Transformando teoria em realidade com a Vermont
Gerenciar todas essas variáveis não é fácil. Exige tecnologia de ponta, processos validados e uma equipe que respira eficiência. É por isso que muitas empresas optam pela terceirização de contact center com parceiros que já possuem esse DNA. Na Vermont, não entregamos apenas atendimento; entregamos estratégia de negócio.
Nossa abordagem de contact center utiliza o que há de mais moderno em inteligência artificial e automação para garantir que cada interação seja uma oportunidade de aumentar conversões e fidelizar o público. Se você sente que sua operação está presa em processos antigos, com filas que não andam e métricas estagnadas, talvez seja hora de repensar como seus contatos são distribuídos.
Imagine uma operação onde o cliente se sente reconhecido, o resolvedor trabalha com as ferramentas certas e os custos são otimizados pela pura inteligência processual. Isso não é um cenário idealizado para o futuro; é o que construímos diariamente para nossos parceiros em setores como saúde, educação e varejo.
A excelência no atendimento ao cliente começa muito antes do “alô”. Ela começa na inteligência que conecta as pontas. A Vermont está pronta para ser essa ponte tecnológica e estratégica para o seu negócio, elevando o patamar da sua experiência do cliente e transformando seus indicadores em cases de sucesso.
Que tal darmos o próximo passo e analisarmos como o roteamento inteligente pode revolucionar seus resultados hoje mesmo? Entre em contato conosco agora mesmo e descubra como a Vermont utiliza o roteamento inteligente para reduzir custos e aumentar a fluidez no atendimento ao seu cliente.
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